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Journal article

Reclaiming culture and pedagogy in the fight against fascism

Abstract

This text analyzes the contemporary crisis of democracy, arguing that it is no longer toppled by overt military coups but eroded from within through cultural and pedagogical mechanisms. It highlights how fascism today operates through digital technologies, social media, and cultural symbols that normalize cruelty, exclusion, and historical erasure. Culture is depicted not merely as a reflection of society but as an active battlefield where power shapes identities, desires, and common sense. Drawing on thinkers such as Gramsci, Hall, Adorno, and Mujica, the text emphasizes the vital role of culture and education as sites of both domination and resistance. The author critiques left-wing policy for underestimating the cultural dimension of political struggle, warning that without a cultural revolution grounded in solidarity, care, and critical pedagogy, democracy and civic conscience will be lost. The Trump era is portrayed as a manifestation of resurgent fascism marked by cruelty, corruption, and state terrorism, with culture deployed as a “disimagination machine” that sustains authoritarianism. The text concludes with a call to center culture and education in progressive politics, envisioning a transformative cultural politics capable of combating fascism and renewing democratic hope. Este texto analiza la crisis contemporánea de la democracia, argumentando que ya no es derrocada por golpes militares explícitos, sino que se va corroyendo desde dentro mediante mecanismos culturales y pedagógicos. Destaca cómo el fascismo actual opera a través de tecnologías digitales, redes sociales y símbolos culturales que normalizan la crueldad, la exclusión y el borrado histórico. La cultura se presenta no solo como un reflejo de la sociedad, sino como un campo de batalla activo donde el poder moldea identidades, deseos y el sentido común. Basándose en pensadores como Gramsci, Hall, Adorno y Mujica, el texto enfatiza el papel fundamental de la cultura y la educación como espacios tanto de dominación como de resistencia. El autor critica a la izquierda por subestimar la dimensión cultural de la lucha política, advirtiendo que, sin una revolución cultural sustentada en la solidaridad, el cuidado y la pedagogía crítica, la democracia y la conciencia cívica están destinadas a perderse. La era Trump se retrata como una manifestación del fascismo resurgente, caracterizada por la crueldad, la corrupción y el terrorismo de Estado, donde la cultura es utilizada como una “máquina de desimaginación” que sostiene el autoritarismo. El texto concluye con un llamado a situar la cultura y la educación en el centro de la política progresista, vislumbrando una política cultural transformadora capaz de combatir el fascismo y renovar la esperanza democrática. O texto analisa a crise contemporânea da democracia, argumentando que ela não é mais derrubada por golpes militares explícitos, mas corroída internamente por meio de mecanismos culturais e pedagógicos. Destaca como o fascismo hoje opera por meio de tecnologias digitais, redes sociais e símbolos culturais que normalizam a crueldade, a exclusão e o apagamento histórico. A cultura é apresentada não apenas como um reflexo da sociedade, mas como um campo de batalha ativo onde o poder molda identidades, desejos e o senso comum. Baseando-se em pensadores como Gramsci, Hall, Adorno e Mujica, o texto enfatiza o papel vital da cultura e da educação como espaços tanto de dominação quanto de resistência. O autor critica a esquerda por subestimar a dimensão cultural da luta política, alertando que, sem uma revolução cultural fundamentada na solidariedade, no cuidado e na pedagogia crítica, a democracia e a consciência cívica estarão perdidas. A era Trump é retratada como uma manifestação do fascismo resurgente, marcada pela crueldade, corrupção e terrorismo de Estado, com a cultura utilizada como uma “máquina de desimaginação” que sustenta o autoritarismo. O texto conclui com um chamado para colocar a cultura e a educação no centro da política progressista, vislumbrando uma política cultural transformadora capaz de combater o fascismo e renovar a esperança democrática.

Authors

Giroux HA

Journal

Revista Sítio Novo, Vol. 9, ,

Publisher

Instituto Federal de Educacao Ciencia e Tecnologia do Tocantins

Publication Date

June 5, 2025

DOI

10.47236/2594-7036.2025.v9.1754

ISSN

2594-7036
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